Chamo-me Helena Pimentel. Sou natural de Vinhais, uma vila no distrito de Bragança. Devido à distância não poderia deslocar-me todos os dias para a faculdade de automóvel, como actualmente faço. Então em Setembro de 2008 iniciei uma nova jornada. Aquiri a responsabilidade de gerir uma casa. Confesso que no início não foi uma tarefa fácil. Tudo aqui era novo... Todos os cantos da cidade, as pessoas, o ar, tudo. No entanto, as amizades foram surgindo. E pouco a pouco, via-me sempre rodeada de gente, se não era pelas festas, jantares de grupo, era porque se tratava de altura de testes e exames e a azafama começava para estudar. Foi o primeiro ano de faculdade. O senso comum diz que é o melhor e o pior. Melhor pela diversão, pior pelos resultados da feculdade. Bem quanto ao meu, posso dizer que foi inesquecível.

Ouçam...

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Para ser grande, sê inteiro

Para ser grande, sê inteiro: nada
Teu exagera ou exclui.
Sê todo em cada coisa. Põe quanto és
No mínimo que fazes.
Assim em cada lago a lua toda
Brilha, porque alta vive.


Ricardo Reis



"Enquanto a cor da pele for mais importante que o brilho dos olhos, haverá guerra." Bob Marley


terça-feira, 1 de junho de 2010

Eu eprendi...

Eu aprendi....
que ignorar os factos não os altera;
Eu aprendi....
que quando se planeia nivelar com alguém, apenas esta permitindo que essa pessoa continue a magoar você;
Eu aprendi....
que o AMOR, e não o TEMPO, é que cura todas as feridas;
Eu aprendi....
que ninguém é perfeito até que você se apaixone por essa pessoa;
Eu aprendi....
que a vida é dura, mas eu sou mais ainda;
Eu aprendi....
que as oportunidades nunca são perdidas; alguém vai aproveitar as que você perdeu.
Eu aprendi....
que quando o ancoradouro se torna amargo a felicidade vai aportar em outro lugar;
Eu aprendi....
que não posso escolher como me sinto, mas posso escolher o que fazer a respeito;
Eu aprendi....
que todos querem viver no topo da montanha, mas toda felicidade e crescimento ocorre quando se esta a escalá-la;
Eu aprendi....
que quanto menos tempo tenho, mais coisas consigo fazer.
(Boa noite, Amor )

William Shakespeare

A minha palavra preferida...

Definitivamente, a minha palavra preferida é SORRISO!

Sobre mim

Chamo-me Helena Pimentel, sou natural de Vinhais, tenho 20 anos. Estudo na Faculdade Católica Portuguesa, no curso de Economia. Se o título que decidi colocar foi "sobre mim", então é pertinente falar um pouco de mim. Isto era bem mais fácil se eu já tivesse pensado no texto à mais tempo, mas não o fiz e agora estou para aqui a pensar sem saber o que dizer de mim. Será que sou assim tão simples que não há nada de novo para dizer sobre mim? Bem vamos voltar ao início. Chamo-me (...) Economia. Tive uma infância feliz, se calhar com algum excesso de mimo. Quando era pequena adorava ser a líder, tinha que ser tudo como eu queria, às horas que eu queria, sem restrições. Com o tempo fui amadurecendo, (a falar como se tivesse 40 anos e como se esta característica não se mantivesse), sempre fui muito aplicadinha na escola. Adorava a época de Setembro, os livros novos, os cadernos, estojos, tudo, aliás uma das minhas grandes paixões são canetas, não precisam de ter grande valor material, bastava serem diferentes, normalmente as de propaganda médica primam pela originalidade, e houve um médico na clínica da minha irmã que sofreu isso na pele, sempre que me dirigia ao consultório dele, fazia um sorriso maroto e ele já sabia, que tinha que me dar uma caneta, com muitas cores e diferente. Bem já estou a divagar. ía no meu ensino básico, houve professores que não gostei muito, achava-os "carrancudos", nunca sorriam e eu não era propriamente a aluna preferida deles, apesar de ter tido sempre boas notas, irritava-os quando falava, escrevia bilhetes e interrompia as aulas constantemente, adorava falar, tinha sempre algo para dizer. Entrei então na adolescência, nunca tive grandes problemas. Não tive acne, não sofria de builling, sempre me dei bem com toda a gente, se bem que o meu grupo sempre foram rapazes. As raparigas adoravam fofocar, arranjar intriguisses entre elas e eu sempre fui mais pacifica. Eles eram e são bem mais simples. Talvez se tivesse que eleger o meu pior ano do ensino secundário fosse o 11ºano. Sofri na pele difamação, não por mim mas pela minha família. Ía todos os dias para casa chorar, não foi fácil, mas o que passou, passou. Uma pessoa que me marcou no secundário foi sem dúvida o meu professor de 10º ano de Filosofia. Aquela cadeira que toda a gente apelida de "seca", para mim tornou-se um desafio, ía sempre alegre para as aulas, tinha prazer em ter filosofia. Naquele ano, acabei a disciplina com 20 e foi sem dúvida o minha maior alegria no secundário, uma vez que as minhas disciplinas de eleição nunca foram as letras. O 12º também não foi fácil, tive professores exigentes, mas estudei, e consegui acabar com boas notas. Entretanto no Verão de 2008 foi passado numa imensa ansiedade, saber para onde entraria. Soube então que o meu futuro passaria pela Universidade Católica Portuguesa. Quanto ao meu primeiro ano já o sintetizei num dos meus textos de apresentação, esqueci-me apenas de descrever um pequeno grande pormenor, conheci uma pessoa fantástica, o Carlos Barbosa. E hoje dia 01/06/2010, cá me encontro eu, sentada a escrever este texto. Talvez passaria bem mais tempo a escrever e a contar as minhas aventuras e desventuras, mas ainda tenho mais posts para colocar. Afinal não sou assim tão simples. Ah ía-me esquecendo fui escuteira.
Helena Pimentel

O que gosto...

Falar um pouco de mim... Difícil. Torna-se mais fácil quando os outros falam de nós. Gostos. Gosto de olhar para o horizonte, olhar para o fresco da capela sistína, para os quadros de Dalí, nem que seja através de um simples monitor de computador, para paisagens incertas, para o mar e para a cara do Carlos depois de acordar. Gosto do cheiro da minha mãe, da relva acabada de cortar, da gasolina, da tinta fresca, de corrector, de terra molhada, de baunilha, de aloe vera, de torradas e desfolhar folhas de um livro novo. Gosto do sabor de chocolate, de café, de um chupa chups, de um cigarro, de menta e do bolo de noz da mami. Gosto de ouvir qualquer música dos MUSE, beatles com o meu pai, de me ouvir cantar, a voz de alguns locutores de rádio, uma voz rouca, o meu avô a contar estórias do "além", do som de um zippo e falar francês. Gosto de tocar na areia, em esferovite, nas pétalas de uma flor e na pedra fria numa tarde de calor.





segunda-feira, 31 de maio de 2010

Narrativa Escrita e Filmíca

Narrativa escrita e narrativa fílmica

2)Na minha opinião o método que se adequa melhor à nova máquina da Polaroid é a exploração analógica, uma vez que o produto já é conhecido dos consumidores, apenas tem associado uma nova dinâmica nas fotografias, nomeadamente no tamanho e a no “corpo” da máquina mudou a autonomia e a qualidade. Não faria sentido escolher o método check-lists, visto que o historial e funcionalidades da máquina já são conhecidas do público, onde a ideia que ressalva é “fotografias na hora”.
3)A antiga máquina Polaroid, ressuscitou! A máquina que ficou eternizada na memória de todos, regressa de novo para nos dar fotografias "fresquinhas". Está disponível em três cores: preto, vermelha e azul.Está disponível em quatro cores: preto, vermelho e azul. A autonomia da máquina funciona com pilhas AA ou bateria recarregável, as fotografias serão mais pequenas que as "originais", semelhantes no tamanho a um cartão de visitas, 2.1-3.4 polegadas. Possui flash automático e quatro opções de configuração. Difere das original, no local de impressão, não são "reveladas", como tradicionalmente na parte frontal, mas sim na superior. Ainda não está disponível no nosso país. Actualmente apenas os Estados Unidos da América podem ter o prazer da fotografia na "hora", uma vez que se encontra na pré-venda. O preço é actualmente US$90, e cada fotografia custa em US$1. Aguardamos, pelo lançamento no nosso país, para podermos usufruir de todos os caprichos da fotografia na hora. Bons Sorrisos. :)


Storyboard

Fotografias na hora? SORRISOS PERFEITOS?



Não espere mais tempo...




Adquira já a nova POLAROID PIC 300... Sorrisos em tempo real...



Reflexão so trabalho:

Pensando neste trabalho, sem a ajuda da Professora Eva jamais iria conseguir traduzir a caracterização da máquina. Talvez este foi o trabalho que gostei menos de fazer. Acho que nós nunca seremos os responsáveis por organizar um anúncio publicitário. Não gostei de o realizar, talvez por isso não goste muito de falar dele. Foi desmotivador, a única coisa que me atraiu foi explorar o novo programa do qual fizemos dowload.

Estilística e Jorgão

TRABALHO DE MEIO DO SEMESTRE


UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA
Centro Regional do Porto
Faculdade de Economia e Gestão





Trabalho Meio Semestre
Macroeconomia




a) A relação de oferta agregada (AS), capta os efeitos do produto sobre o nível dos preços. É deduzida do equilíbrio no mercado de trabalho. Para perceber como se comporta a AS, é plausível efectuar uma breve síntese do mercado de trabalho. Este mercado funciona perante vários pressupostos: maior produção requer maior emprego, este por sua vez leva ao menor desemprego, desemprego menor pressiona os salários. Salários mais altos elevam os custos de produção, forçando a empresas a subir preços. Preços mais altos levam os trabalhadores a reivindicar salários mais altos, repetindo-se este ciclo. A AS é deduzida pelas expressões:
W=Pe(u;z)
P=(1+ μ)W
Em que W representa os salários, Pe os preços esperados, a taxa de desemprego é representada por u e z é a variável abragente, P dá-nos o nível dos preços e μ é o markup.
A equação que fornece o nível de preços em função do nível de preços esperados é dado por:
P=(1+ μ)Pe(u;z).
Retomando ao mercado de rabalho, verifica-se que a relação entre o desemprego, o emprego e produto é dado por: u=1-(Y/L), em que L é a força de trabalho.
Assim, a relação de oferta agregada é dada por:
P=Pe(1+ μ)F(1-(Y/L),z)
Observam-se dois pressupostos da equação: um nível de preços esperados mais altos, leva a um nível de preços proporcinalmente mais elevados e qualquer aumento do produto, leva a um aumento do nível de preços, daí a curva AS ser ascendente. Passa pelo ponto A, onde Y=Yn e P=Pe. A representação abaixo é a curto prazo.


No entanto, no médio prazo o produto observado pode ser maior que o seu nível natural(Yn). Ao traçar a figura 1 reconhecemos que P=Pe, mas ao longo do tempo Pe pode alterar-se, que conduzirá a que as expectativas em relação aos salários também se alterem. Para examinar a evolução do produto vamos considerar que Pt é o nível de preços no ano base, Pt+1 no ano seguinte e Pt-1 no ano anterior. Assim, consideramos que Pet=Pt-1.Com o decorrer do tempo Y>Yn, a AS passa pelo ponto B, onde Yn é igual a Pt-1, levando os fixadores de salário a basear as suas expectativas do nível de preço futuro em um nível de preço mais alto, deslocando da a AS para cima(esquerda).
Agora passemos para o ano t+1 onde a curva do oferta agregada passa pelo ponto no qual, o produto é igual ao seu nível natural e o nível de preços também é igual ao esperado. Isto implica que passe pelo ponto B´. Como Pt é superior a Pt-1, a AS descola-se para cima. O ajuste termina quando Y=Yn e P=Pe. Os fixadores de salário não tem mais motivo para mudar suas expectativas.
Em suma, no médio prazo, o produto retorna a seu nível natural.


b) Como aumenta o um bem de produção, aumenta o markup. Este provoca um deslocamento para baixo da recta de fixação de preços de P para P`, quanto maior o markup, mais baixo o salário real decorrente da fixação de preços. O equilíbrio move-se de A para A`. O salário real baixa e a taxa de desemprego sobe. Assim, há uma diminuição do nível natural de emprego. Se presumirmos a relação entre produto e emprego, sendo este último fixo, então a queda natural de emprego leva uma queda idêntica no nível natural de produto. Em síntese, o aumento da electricidade conduz a uma queda do nível natural do produto.

Apreciação do trabalho:

Sem dúvida o trabalho que me deu literalmente trabalho. Foi no qual despendi mais tempo e me apliquei mais. No entanto, não custou. Parece uma antítese, o trabalho que foi mais moroso, foi um dos que me deu mais gosto fazer. Na gíria diz-se que quem corre por gosto não cansa, e foi o que se passou comigo. Uma abordagem possível a este trabalho era o tema Macroeconomia, uma das minhas cadeiras preferidas, daí este agrado ao efectuar o trabalho de meio do semestre. Sem dúvida que aprendi com o trabalho, acho que pela primeira vez descobri que o livro de Blanchard que já possuía na minha estante à um ano, era bastante útil para a disciplina.